As duas moléculas líderes da NeuroVista, desenhadas para Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas, já existem fisicamente. O desenho computacional foi concluído e os primeiros compostos foram sintetizados em parceria com a Chemveda.
Eles estão agora na Base Científica, laboratório de pesquisa pré-clínica em Sorocaba. Antes de testá-los, a equipe precisa construir o próprio modelo experimental: um estado in vitro de déficit trófico e neurodegeneração, em que as células reproduzam o ambiente onde as moléculas deverão agir. Segundo Ravi, um modelo desse tipo ainda não havia sido montado no Brasil.
A hipótese terapêutica do programa é a modificação do curso da doença. É nesse modelo que ela começa a ser testada.